Christiane Vera Fescherinow - UOL Blog
Babsi

 

Uma delas se aproximou, tinha

uma verdadeira cara de anjo que respirava inocência.

Ela se apresentou: — Babsi —, e me perguntou se

podia oferecer-lhe uma "viagem".

— Uma droga? O que você vai fazer com isso?

Deixe pra lá, esses troços são terríveis. — Saboreei

minha superioridade. Era preciso que ela aprendesse a não se dirigir com essa desenvoltura a alguém que já experimentara heroina

"Morreu de overdose, a mais

jovem vítima da heroína conhecida até então em

Berlim".

 

A carta de despedida de Babsi

 

Eu não sei se você me entende, mas eu me sinto murchando agora.

Eu não sou uma artista, mas não consigo tirar isso de minha cabeça

Aqui dentro eu fico louca. Eu quero cair fora!

O começo, 2 anos, 5 anos, 10 anos, mais...

A heroína é metade de meu desejo de morte.

Eu acabei por amar a morte tanto que não consigo parar

Eu tenho apenas uma coisa em minha mente

 

 

 COMUNIDADES

Natja Brunckhorst
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=17541164

Frank/Macbeth (Christiane F.)
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18694302

Christiane Vera Felscherinow
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=18767210

Chris e sua turma
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19341544

sobrenome :Felschironow
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=21705260

Hallo aus Berlin

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=21031053

Sentimentale Jugend

Essa eh a antiga banda punk da Chris a Sentimentale Jugend , fundada por seu namorado Alex Hacke (do futuro Einstürzende Neubauten), e ela participou de algumas gravações do grupo.


Na internet você pode encontrar informação sobre o disco Monogam Sampler:


"Sentimentale Jugend: Klinik/ Sentimentale Jugend was Alexander von Borsig (a.k.a. Alex Hacke) & Christiane F.(a.k.a. Felscherinow)"


Em 1981 eles se apresentaram em The Grosse Undergangs Show no Festival der Geniale Dilletanten. O show, segundo dizem,
pode ser encontrado VHS e em vinil. Notas sobre o show:

vc pode encontrar algumas musicas da banda no emule,se prefirir copiar e cola esse link  ed2k://|file|%20sentimentale%20jugend-%20hiroshima.mp3|3117056|4217C940D715A6053CCE6FD0855604A2|h=F6V3IFKRVWHHRA4PEYVVLSIVVVA74SHI|/     no "pesquisar" do programa pra baixar a musica Hiroshima da banda.

Na onda da cocaína com D. Bowie


“Eu nunca vi o meu filme. Não podia me reconhecer ali. Oh... talvez me reconhecesse até demais. A primeira vez na cama com meu namorado, e todas aquelas coisas... e havia a imprensa do mundo todo, com os jornalistas sentados atrás de mim, com todas aquelas perguntas...” Não até a premiére na Suíça. Christiane F e uma amiga foram convidadas para ver o filme com seu grande ídolo David Bowie. “Fomos ao hotel de Bowie em Lausanne e usamos cocaína com ele. A primeira vez que o vi, fiquei algo desapontada. Ele é tão baixinho!” “Mas curti a experiência. Pensei comigo mesma: “Aqui estou eu. Christiane & David Bowie num cinema, alugado só para nós.” Nas poltronas, era um sonho que virou realidade. Só minha amiga que não agüentou ver aquele drama na telona até o fim. Ela levantou para o banheiro e não voltava. Quando o filme acabou, fui ver o que estava acontecendo. Ela estava sentada, chorando. Totalmente esmagada com tudo aquilo. Enquanto eu me realizava!... Oh, Deus, aquilo foi divertido!” Depois que passei a noite com David, eu entendi o aviso que ele deu sobre ser uma grande estrela. Ele ficou mal quando ficou famoso.Vastos problemas com drogas. Então ele me disse pra ter cuidado.”

Tschus galera...

qlqr duvida só deixa um comentario com a pergunta ki eu respondo

bjunkies!

Crise de privação

"Acordei no apartamento de Axel com Detlef dormindo ao meu
lado. Estava gelada.
Olhei para uma lata. De repente o que estava
escrito nela saltou para cima de mim. Era uma escrita
de cores agressivas que me faziam mal aos olhos.
Tinha um vermelho terrível. Quando "viajava", sempre
tinha medo do vermelho, mas a heroína transformava
o vermelho em um tom suave. A heroína cobria todas
as cores com uma espécie de véu.
Mas naquela lata o vermelho me feria os olhos.
Tinha a boca cheia de saliva. Engolia, mas a saliva
voltava. Não entendia bem como ela voltava. Depois
ela desapareceu bruscamente e minha boca ficou seca
e pegajosa. Bebi, mas não passou. Tremia de frio e
logo em seguida sentia um calor horrível e estava toda
suada. Acordei Detlef dizendo: — Algo está
acontecendo.
Detlef olhou para mim: — Você está com as
pupilas grandes como um pires. — Um longo silêncio e
depois ele murmurou: — Filhinha, aconteceu. . .
Sacudida por novos arrepios, perguntei-lhe: —
Aconteceu o quê?
— O cold turkey, você está de bode — respondeu
Detlef.
Então, a famosa crise de privação era aquilo?
"Você chegou ao ponto, você é uma viciada", disse a
mim mesma, mas não foi uma coisa tão terrível o tal
de cold turkey. Por que faziam tanto escândalo por
isso? Não me sentia verdadeiramente mal: tinha
tremores, as cores me agrediam, e tinha uma
estranha sensação na boca."


"Conversava comigo mesma: "Pare, pura e
simplesmente! No início você sofrerá um pouco pela
falta, mas você tomará algumas coisas para conseguir
atravessar a pior fase. Quando Detlef voltar, você lhe
dirá: não quero heroína. Paro. E se você não fizer o
mesmo, nós nos separamos. Você tem dois troços no
bolso? Tudo bem, meu caro, nos picamos pela última
vez e amanhã acabou". Eu me dei conta de que ao
mesmo tempo em que me ligava a essas idéias, tinha
uma vontade louca de tomar uma picada. E eu murmurava,
com se estivesse revelando um segredo a
mim mesma: "De qualquer forma Detlef não vai
querer. E você sabe muito bem que não vai deixá-lo.
Pare de sonhar, você chegou ao fim da linha.
Exatamente, ao fim da linha. Você não recebeu grande
coisa da vida, mas foi você que quis assim".

 

Detlef e Chris

"Detlef e eu estávamos agora em igualdade.

Estávamos juntos para sempre, como um casal.

Exceto que não dormíamos juntos. Não tínhamos

nenhum contato sexual. Ainda não me sentia bastante

madura para isso, e Detlef aceitou sem muitos

discursos. Também por isso eu o achei formidável. Era

um tipo muito legal.

Um dia, sabia muito bem, dormiria com ele,

estava feliz de nunca ter feito nada com outro rapaz.

Estava segura de que íamos ficar juntos. "

"Quando fomos dormir nessa noite, as coisas não
se passaram como sempre, Detlef não me deu o beijo
de boa-noite e não ficou de costas. Começou a falar, a
me dizer coisas muito ternas, senti suas mãos, que me
acariciavam com muita ternura. Não tive nenhum
medo. Eu também o acariciei muito tempo sem falar,
foi maravilhoso.
Depois de mais de uma hora, Detlef rompeu o
silêncio: — Você gostaria de fazer amor no sábado que
vem?
Respondi: — OK. — Vivia, há tempo, temendo
essa proposta. Estava feliz de que Detlef a tivesse
feito. Depois eu disse: — Certo, mas com uma
condição: não tomaremos nada, nem eu nem você.
Nada de heroína. Se estivermos dopados, posso não
achar bom. Ou então o acharei bom somente porque
estarei dopada. Quero estar totalmente lúcida. E quero
que você esteja também, para que saiba se me ama.
— Detlef disse: — Está bem — e me desejou boa noite
com um doce beijo. Adormecemos um de costas para
o outro: bunda com bunda.
No sábado seguinte mantivemos a promessa. Não
tomamos nada. O apartamento estava novamente sujo
e fedorento. Mas nossa cama estava com lençóis
maravilhosamente brancos. Tiramos a roupa. Tive
ainda um pouco de medo. Ficamos deitados um ao
lado do outro sem trocar palavra. Pensava no que me
haviam contado minhas amigas na escola, de como é
na primeira vez. O rapaz se joga por cima de você
brutalmente, enfia seu troço e só pára quando goza.
As garotas também me haviam prevenido de que dói
muito da primeira vez.
Falei a Detlef que não queria que fosse bruto
como disseram as minhas amigas na escola.
Ele me respondeu: — Está bem, minha pequena.
Acariciamo-nos por muito tempo. Ele me penetrou
um pouco, tão devagarinho que mal percebi. Quando
doía, Detlef sentia sem que eu dissesse nada. Pensei:
"Ele tem o direito de causar uma dorzinha. Há seis
meses ele espera por este momento".
Mas Detlef não queria que eu sentisse dor. Em
determinado momento a coisa estava feita. Estávamos
juntos para sempre. Eu o amava, estava louca de
amor por ele. Sentia-me em êxtase, nas nuvens.
Detlef também estava imóvel. Ele certamente
compreendeu o meu estado: estava paralisada de
angústia e de felicidade.
Detlef tirou e me abraçou. O que senti foi
extraordinário. Eu me perguntava como podia merecer
um rapaz assim, que pensasse somente em mim,
esquecendo-se por completo de si mesmo. Pensei em
Charly, que durante uma sessão de cinema pura e
simplesmente colocara sua mão entre minhas pernas.
Estava feliz por ter esperado por Detlef, por pertencer
somente a ele. Amava tanto esse rapaz que de
repente senti pânico. Tive medo da morte."

... hj em dia Detlef está casado tem filhos,se diz livre das drogas..e ainda comenta aos 4 qntos que a Chris só foi uma paixonite da adolencencia,ele nunca a amou de verdade!  desgraçado!!não gosto mais dele!

 14 de Janeiro de 2006

Christiane Vera Felscherinow ainda não se livrou
da guerra particular iniciada em 1975 contra as
drogas. Aos 43 anos, a alemã chegou a um estado que
alguns médicos consideram "irreversível": sofre de
hepatite tipo C e de graves problemas circulatórios. A
senhora Felscherinow é, para o mundo, Christiane F.,
drogada e prostituída aos 13 anos. Seu drama de vício
da heroína virou best seller e filme cultuado na década
de 80. Hoje, 27 anos depois do livro, Christiane é um
retrato, ainda vivo, do poder destruidor das drogas.
Apenas em dezembro de 2005, o serviço público de
saúde alemão registrou duas internações da paciente,
que há anos passa por inúmeros tratamentos de
desintoxicação. Todos, invariavelmente, não a livraram
do uso de heroína. A iminência de um "colapso
circulatório com potencial risco às funções vitais" é
descrita em pelo menos um relatório médico.
Christiane tem de passar regularmente por sessões de
hemodiálise. Mas além das agulhas e injeções
hospitalares, ela sempre recorreu ao "pico" da heroína
.
 

 A mãe de Christiane
"Como pude não perceber o que estava
acontecendo com Christiane? Por diversas vezes fiz
esta pergunta a mim mesma. A resposta é simples,
mas tive que conversar com vários pais para suportála:
eu não queria reconhecer que minha filha tinha se
tornado uma viciada. É simples. Enquanto pude, fechei
os olhos para não enxergar.
Meu companheiro — o homem com quem vivo
desde o meu divórcio — suspeitava há muito tempo.
Eu vivia lhe dizendo: "Você está inventando coisas, ela
não passa de uma criança". O erro mais grave é
imaginar que nossos filhos "ainda não chegaram a tal
ponto". Eu deveria ter começado a pensar nessas
coisas desde o momento em que Christiane se isolou,
desde que senti que ela evitava, cada vez mais, o
contato com a gente e saía todos os fins de semana
com os amigos em vez de fazer alguma coisa com a
família. Eu deveria ao menos me interrogar por que
ela agia assim. Não procurei saber nada disso.
Não há dúvida de que quando trabalhamos não
podemos dar a atenção necessária ao que fazem
nossos filhos. Temos vontade de viver em paz e nos
contentamos em vê-los seguir seu próprio caminho. É
claro que Christiane voltava algumas vezes tarde para
casa. Mas ela tinha sempre uma boa desculpa, e eu
estava pronta para acreditar. Sua rebeldia constante
me parecia problema de sua idade e pensava: isso vai
passar."

A turma

 "Toda a turma tinha um ar de superioridade. Todos
tinham aquela "classe": usavam jeans bem justos,
botas de salto alto, coletes, jeans bordados ou então
camisas estampadas, de um tecido que parecia tapete.
Minha família era a turma. Nela eu encontrava
amizade, ternura e algo parecido com amor. Só o
beijinho na chegada já me parecia uma coisa
fantástica. Todos davam e todos recebiam um pouco
de ternura e amizade. Meu pai nunca me beijou assim.
Na turma não havia problemas, não falávamos nunca
de problemas, ninguém amolava os outros com suas
merdas pessoais. Quando estávamos juntos, essa porcaria
de mundo exterior não existia mais. Falávamos
de música e drogas, algumas vezes de roupas e outras
também de gente que, de um jeito ou de outro, deu
um pontapé na bunda dessa sociedade policialesca."

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19341544

 
Abaixo a verdadeira turma!!
olha a Stella com a mão na boca do lado de uma das tinas!
 
 

"O pessoal da turma era superior e sua maneira
me desconcertava. Eles não gritavam, não brigavam,
não aterrorizavam ninguém. Eram bastante
silenciosos. Sua superioridade parecia emanar deles
próprios.
Entre eles também eram tranqüilos. Nunca havia
brigas. Ao chegar, todo mundo se beijava: um beijinho
na boca. Eram os meninos que mandavam, mas as
meninas eram bem aceitas. Pelo menos entre meninos
e meninas nunca havia brigas idiotas"
 

 
uma parte da turma!
uma da tinas,Detlef,Kessi,frank já velho,Stella e Babsi
 
"Tinha tanta vontade de fazer parte da turma!
Mas era uma droga! Eu não podia ainda! Isso me
causava realmente muito medo.
Não me sentia muito à vontade. Queria
desaparecer em algum buraco. Mas não podia sair
daquela mesa: daria a impressão de estar me
separando da turma porque eles fumavam maconha"
na boca. Eram os meninos que mandavam, mas as
meninas eram bem aceitas. Pelo menos entre meninos
e meninas nunca havia brigas idiotas"

 

 




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Nome: LiNy Felscherinow

Idade: 15 a 20
Signo: Gêmeos
Cidade: São Paulo
Estado: Sp
Gosta de: Filmes,musicas,livros,cultura junkie e etc
Não gosta de: Pessoas sem personalidade,que finjem ser o que não são só pra agradar o povo.